quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Divulgação de Curso de LIBRAS

🤟 A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência oferece ao público em geral os módulos básico, intermediário e avançado do Curso de Libras, que busca ampliar as possibilidades de interação entre pessoas com e sem deficiência auditiva por meio da Língua Brasileira de Sinais.

#PraTodosVerem: banner nas cores branco e vinho com o texto acima.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Dia Nacional do Surdo - 26 de setembro

Dia Nacional do Surdo - 26/09/2019

Mais respeito. 

Mais informação. 

Universalização 
da Língua Brasileira de Sinais.

LIBRAS  

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Introdução ao Soroban adaptado no ensino e aprendizagem dos cálculos matemáticos para alunos com deficiência visual

Fonte da Informação: https://laramara.org.br/curso-introducao-ao-soroban-adaptado/?fbclid=IwAR1KNjQCE7S5rEcsAUmwIfXBR8rvqcrflbS13QYpeSO2aSlU6Df6WEp2vPY

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo


👉 Secretaria celebra Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência com programação diversa.

📆 Data: 21 de setembro
 Horário: das 10h às 17h
📌 Local: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
📌 Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda - SP

☑️ Programação:
10h às 16h Exposição Moda Inclusiva
10h às 12h Atividades Físicas Smart Truck (HIIT / AfroBeats)
11h às 12h Batucada do NASCE
12h às 12:30h Beat Box / Sanfona e Viola (Ass. Bras. Síndrome de Williams)
13h30 às 14h Apresentação Grupo Folclórico Casa Ilha da Madeira
14h às 17h Festival Cultura Acessível (Semana da Acessibilidade Surda)
14h às 15h30h Atividades Físicas Smart Truck (FitDance / AfroBeats)
15h Presença dos Atletas Paralímpicos – Time São Paulo
16h às 16h30 Casas André Luiz (Bolero / Rock Anos 60)

Imagem: banner com informações acima e uma foto do prédio da SEDPcD-SP, prédio redondo e espelhado



Fonte da Imagem: https://www.facebook.com/InclusaoSP/photos/a.429316623765926/2712636838767215/?type=3&theater

sábado, 31 de agosto de 2019

Uma dica!

Baixe no seu CELULAR

SIMPLE SOROBAN

EXCELENTE!

Parabéns Brasil!

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Parapan-Americanos_de_2019

Fonte:  https://interativos.globoesporte.globo.com/parapan/quadro-de-medalhas/jogos-parapan-americanos

Meus agradecimentos por poder mostrar meu trabalho na Escola do Município onde ...


... faço meu estágio do Curso de Pedagogia. Nestas duas últimas semanas dei algumas contribuições Matemáticas e contei com o apoio da Equipe Gestora e dos Professores, foi muito interessante poder trocar experiências e demonstrar na prática a importância deste instrumento de cálculo mecânico. 

Soroban/Sorobã/Ábaco Japonês  

Conversa inicial

Nestes três ábacos na imagem logo abaixo é possível observar a representação de alguns números.

O Professor Lúcio explicou que trata-se de um Soroban adaptado para cegos. 

Os alunos foram inicialmente convidados a deixar o instrumento "zerado" (sem nenhum representação) e em seguida foi explicado o significado das bolinhas (contas) abaixo do eixo horizontal e em número de 4 em cada haste, valor 1 para cada uma delas.

E o significado da bolinha (conta) acima do eixo horizontal, 1 bolinha (conta) por haste, valor 5.

O Professor Lúcio explicou as classes e ordens. Iniciamos com a representação de alguns números.  

De baixo para cima temos a representação do número 1, movimento de 1 bolinha (conta) de baixo para cima. Primeiro Ábaco; 

Em seguida temos a representação do número 5, movimento de 1 bolinha (conta) de cima para baixo. Segundo Ábaco; 

Na última representação temos o número 7, movimento de 1 bolinha (conta) de cima para baixo e de 2 bolinhas (contas) de baixo para cima. Terceiro Ábaco.






Número 1 representado no Ábaco acima.



Número 16 representado no Ábaco acima. 


A cada etapa de aprendizagem de nosso Sistema de Numeração Posicional sempre era dado ênfase ao procedimento e a importância do uso das nomenclaturas corretas. Repetindo sempre mais que uma vez quando necessário para que todos os alunos participassem de forma ativa da aula. 

Continua ....


Representação do número 100.



Representação do número 105.

Simple Soroban



Aplicativo para baixar no Celular



Professor Lúcio Mauro Carnaúba

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Associação Pestalozzi de Osasco - Parabéns a todos!

Associação Pestalozzi de Osasco (FACEBOOK)

Na oficina de reciclagem de papel e encadernação, os jovens conhecem as técnicas de reciclagem de papel e encadernação, compreendendo os processos de trabalho e confeccionando produtos artesanais. A oficina estimula e desenvolve a organização dos jovens e desperta, também, sua criatividade.
A oficina de reciclagem de papel e encadernação faz parte do programa de oficinas pedagógicas, que promove a convivência social, desenvolve a autonomia e estimula a autogestão da pessoa com deficiência intelectual.
📸 José Vitor Malheiro amz|mp (Fonte: FACEBOOK)

Parabéns Carlos!

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Diário Oficial publica lei que inclui autismo nos censos do IBGE

Diário Oficial da União publica em sua edição desta sexta-feira (19) a Lei nº 13.861/2019, sancionada nessa quinta-feira (18) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela trata da inclusão de informações específicas sobre pessoas com autismo, nos censos demográficos realizados a partir deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
"Atendendo à necessidade da comunidade autista no Brasil e reconhecendo a importância do tema, sancionamos hoje a Lei 13.861/2019 que inclui dados específicos sobre autismo no Censo do IBGE. Uma boa tarde a todos!", escreveu o presidente da República, em sua conta no Twitter.
A lei sancionada pelo presidente altera a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, para incluir as especificidades inerentes ao transtorno do espectro autista nos censos demográficos. Atualmente, não existem dados oficiais sobre as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Brasil.
A expectativa inicial era que presidente vetasse o texto e tentasse incluir eventuais questionamentos sobre os autistas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Pelo Twitter, Bolsonaro chegou a compartilhar, na semana passada, um vídeo da presidente do IBGE, Susana Guerra, em que ela defendia a inclusão dos autistas na PNAD e não no censo demográfico.
Os dois levantamentos são organizados pelo IBGE, mas o censo é realizado a cada dez anos e apura a totalidade dos dados demográficos. Nesta quinta-feira pela manhã, no Palácio do Alvorada, o presidente chegou a dizer, a um grupo de pessoas que pediam a sanção do projeto, que seguiria a orientação de sua equipe, favorável ao veto.
Autismo
O Transtorno do Espectro Autista resulta de uma desordem no desenvolvimento cerebral e engloba o autismo e a Síndrome de Asperger, além de outros transtornos, que acarretam modificações na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. A estimativa é que existam 70 milhões de pessoas no mundo com autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil.

Uma belíssima iniciativa

Parabéns pelo respeito! Que a inclusão seja sempre uma bandeira de todos.

Pessoal, acabo de assinar a autorização para a contratação de 15 jovens com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista, que irão trabalhar aqui no Palácio dos Bandeirantes. Esse é apenas o início de um amplo programa em parceria com a APAE, que vai oferecer milhares de vagas para pessoas com deficiência em todo o Estado. É o Governo de SP promovendo a inclusão através do trabalho. #Inclusão #GovernoSP

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Décimo Sexto Seminário Internacional - Instituto Lahmiei


Reservem essa data!!

Este seminário será diferente de todos os que vocês já viram. Aguardem mais informações.


Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo

👉 Atenção pessoas com deficiência e idosos que recebem o BPC!!! Faça sua inscrição no Cadastro Único e mantenha o seu BPC/LOAS. Saiba mais: https://bit.ly/2RVSTJz
⚡️ O BPC é um direito garantido pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Consiste no pagamento de 1 salário mínimo mensal às pessoas com deficiência impossibilitadas de participar de forma plea e efetiva na sociedade.

Imagem: Foto de um menino na cadeira de rodas sorrindo.

domingo, 2 de junho de 2019

Autismo: conheça a ABA, uma base científica para trabalhar com autistas

Autismo: conheça a ABA, uma base científica para trabalhar com autistas

Os procedimentos baseados na Análise do Comportamento Aplicada (ABA, na sigla em inglês) ajudam a ampliar a capacidade de comunicação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, ajudando-as a se relacionar melhor com a sociedade e com o ambiente

POR:
Beatriz Vichessi

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Atenção Professores!

Divulgação de Curso para Professores

 O MEC disponibilizou cursos de Educação Especial com Carga Horária de 180h e 360h (Especialização) na modalidade a distância. A pré-inscrição deve ser feita, com a máxima urgência, por meio do link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeup8HfB0VU90rj2d2DQxTGIamA6HYeaMc_XDH6j4j1uLy3Ow/viewform?usp=pp_url

Lembramos que a pré-inscrição deve ser realizada até o dia 31.05.2019, para ser encaminhada ao MEC. 

terça-feira, 28 de maio de 2019

Dorina Nowill - Centésimo Aniversário



Dorina de Gouvêa Nowill foi uma educadora, filantropa e administradora brasileira. Educadora de formação, Dorina trabalhou intensamente para a criação e implantação de instituições, leis e campanhas em prol dos deficientes visuais e pelo seu trabalho foi diversas vezes reconhecida e premiada.

Fonte: Wikipédia

Saiba Mais: 



sábado, 18 de maio de 2019

Desafios na inclusão dos alunos com deficiência na escola pública


A equipe diretiva precisa estar alinhada nas ações para formar professores, tirar dúvidas e entrar em ação em casos de bullying
Por: Soraia Yoshida

A escola inclusiva é aquela que abre espaço para todas as crianças, incluindo as que apresentam necessidades especiais. As crianças com deficiência têm direito à Educação em escola regular. No convívio com todos os alunos, a criança com deficiência deixa de ser “segregada” e sua acolhida pode contribuir muito para a construção de uma visão inclusiva. Garantir que o processo de inclusão possa fluir da melhor maneira é responsabilidade da equipe diretiva – formada pelo diretor, coordenador pedagógico, orientador e vice-diretor, quando houver – e para isso é importante que tenham conhecimento e condições para aplicá-lo no dia a dia da escola.
O princípio de inclusão parte dos direitos de todos à Educação, independentemente das diferenças individuais – inspirada nos princípios da Declaração de Salamanca (Unesco, 1994). Está presente na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva, de 2008. Os gestores devem saber o que diz a Constituição, mas principalmente conhecer o Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece a obrigatoriedade de pessoas com deficiência e com qualquer necessidade especial de frequentar ambientes educacionais inclusivos.
“Por ser inovador e diferente em sua concepção da Educação Especial, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem sido motivo de dúvidas e interpretações”, afirma Maria Teresa Eglés Mantoan, coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (Leped), na Universidade Estadual de Campinas Unicamp). Segundo ela, com a compreensão correta do que é o AEEE e o entendimento dos demais documentos, o gestor tem à sua disposição toda informação necessária para fazer o devido acolhimento ao aluno com deficiência. “O que não se pode fazer é basear esse acolhimento nos conhecimentos anteriores sobre Educação Especial”, diz ela. “Porque aí é como tirar um óculos e colocar outro. É preciso ler com rigor e responsabilidade, ou seja, trocar de óculos”.
A educadora reforça que “ninguém pode tirar o direito à educação do aluno”. E lamenta que na leitura feita dos documentos de inclusão, muitas vezes a interpretação dada para o termo “adaptações razoáveis” seja entendida como adaptações curriculares. “O documento fala em adaptações no meio físico, na comunicação, na forma de realizar as provas, por exemplo. Se um aluno tem deficiência física ou auditiva, ele pode precisar de um recurso, como uma carteira adaptada ou uma avaliação em braile. Mas não deve ser confundida com adaptação curricular”, diz. Segundo ela, os docentes não precisam imaginar atividades completamente diferentes para o aluno com deficiência, nem tentar simplificar a realização para evitar problemas. “Nós não temos a capacidade de fazer ninguém aprender. Temos que dar liberdade para que o aluno possa aprender e considerar o que ele consegue e o que não tem interesse em aprender. O bom professor considera o ensino igual para todos, mas o aprendizado completamente díspar”. 
Outro ponto que consta da política educacional de inclusão é a criação de salas de recursos multifuncionais, que não pode ser confundida com uma sala qualquer de recursos. As salas multifuncionais são pensadas para complementar ou suplementar a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Mas o que tem pesado, em algumas escolas, é a interpretação de que é preciso laudo médico para que a escola receba o Fundeb em dobro. “Está nas notas técnicas do MEC e Secadi que nenhuma criança precisa de laudo médico para isso. Não é o laudo que vai dizer que uma criança precisa de serviço de Educação Especial e sim o laudo educacional, que é o estudo de caso feito pelo professor AEE. Infelizmente, poucos fazem por desconhecer a política”, diz Maria Teresa.
O que diz a lei
A Lei nº 7.853 estipula a obrigatoriedade de todas as escolas em aceitar matrículas de alunos com deficiência – e transforma em crime a recusa a esse direito. Aprovada em 1989 e regulamentada em 1999, a lei é clara: todas as crianças têm o mesmo direito à educação. Os gestores estaduais e municipais devem organizar sistemas de ensino que sejam voltados à diversidade, firmando e fiscalizando parcerias com instituições especializadas e administram os recursos que vêm do governo federal. Mas é somente um dos documentos que o gestor precisa conhecer. Do ponto de vista educacional, o maior conteúdo está na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva de Educação Inclusiva.

Apoio e recuros do governo
O aluno com deficiência tem direito à educação regular na escola, com aulas dadas pelos professores, e atendimento especializado que não é responsabilidade do professor de sala de aula. O estado oferece assistência técnica e financeira. Conforme a deficiência, o estado deve oferecer um cuidador, que nada mais é do que uma pessoa para ajudar a cuidar do aluno. Esse cuidador deve participar das reuniões sobre acompanhamento de aprendizagem. Conforme a jurisdição da escola, o gestor deve procurar a Secretaria estadual ou municipal para suas reivindicações, além de buscar informações junto a organizações não governamentais, associações e universidades.

Adaptação e previsão de recursos em sala
Cabe ao gestor oferecer tempo e espaço para que professores, coordenador e especialistas possam conversar e tirar dúvidas sobre a integração do aluno com deficiência. O coordenador deve estar atento a possíveis alterações no plano político-pedagógico (PPP) e no currículo para contemplar o atendimento à diversidade e materiais pedagógicos necessários ao atendimento, além de prever o uso de projeções, áudio e outros recursos nas atividades.

Formação da equipe inclusiva
O ideal é garantir a formação na própria escola, já que o gestor conhece melhor sua equipe e a comunidade. O gestor pode formar um grupo para levantar as informações relevantes em relação à deficiência dos alunos (junto a organizações e sites oficiais) e compartilhar em reunião. É essencial abrir o diálogo para que professores e funcionários possam tirar dúvidas. Se ficar claro durante as conversas que é necessário orientar melhor algumas pessoas, o gestor pode recorrer a possíveis formações oferecidas pela Secretaria de Educação.

Conversa e resolução de conflitos em sala
Os professores podem conversar com suas turmas sobre a chegada de um aluno com deficiência para reforçar a visão inclusiva. Sendo um estudante com deficiência de locomoção, que talvez precise de uma carteira adaptada, pode-se orientar os alunos como proceder (evitar correrias, empurra-empurra etc). Se o aluno apresentar comportamento agressivo, é importante analisar a origem do problema junto a professores, especialistas e familiares. Caso ocorra um incidente, é importante convidar as famílias para uma conversa. E ao menor indicativo de bullying, a equipe diretiva e os professores podem conversar sobre ações que envolvam todos os alunos para reforçar a formação de valores.

Qualidade do ensino e da aprendizagem
Todas as crianças são capazes de aprender: esse processo é individual e o professor deve estar atento para as necessidades dos alunos. Crianças com deficiência visual e auditiva desenvolvem a linguagem e pensamento conceitual. Alunos com deficiência mental podem enfrentar mais dificuldade no processo de alfabetização, mas são capazes de desenvolver oralidade e reconhecer sinais gráficos. É importante valorizar a diversidade e estimular as crianças a apresentar seu melhor desempenho, sem fazer uso de um único nivelador. A avaliação deve ser feita em relação ao avanço do próprio aluno, sem usar critérios comparativos.

Infográfico do Instituto Unibanco aponta tipos de deficiência identificadas em alunos no Ensino Médio

Fonte: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1972/desafios-na-inclusao-dos-alunos-com-deficiencia-na-escola-publica?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=Conte%C3%BAdo_Site_seguidores_ge&utm_content=desafios-na-inclusao&fbclid=IwAR0mFy--Q34zmmwBa7A7HdN1vYqIF6Og0tnX857_-xgFJXu4F5lkXXcrrFc