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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Mais informações sobre o tema: Autismo


PRINCIPAIS TRANSTORNOS NEUROLÓGICOS RELACIONADOS AO AUTISMO


O autismo não pode ser colocado dentro de uma caixinha e, a partir daí, ser classificado de forma generalizada. Estudos já comprovaram que pessoas incluídas no TEA (Transtorno do Espectro Autista) podem manifestar diversas características que se diferem entre si. Porém, há um consenso entre os profissionais, sobretudo quando o assunto são as limitações que o transtorno pode causar.
No entanto, é preciso que se saiba desde muito cedo se a criança apresenta alguns traços que determinem ou demonstrem a existência do autismo. É comum que os especialistas responsáveis pelas intervenções identifiquem os transtornos neurológicos que acometem as pessoas autistas.

Atenção aos transtornos neurológicos


É importante reiterar uma informação já muito difundida em nossos conteúdos: as dificuldades de aprendizagem, originadas do autismo, não podem ser confundidas com a dificuldade que um aluno regular apresenta em determinada matéria.
Os transtornos neurológicos a serem apresentados a seguir implicam em um sofrimento da pessoa para se firmar o conhecimento. Aos nos referirmos a esses distúrbios, tentamos mostrar aos familiares e aos profissionais como cada passo pode ser importante para a superação da criança, do jovem ou do adulto autista.

Quais são os transtornos neurológicos mais comuns no autismo?


– Discalculia: ela é caracterizada pela má formação neurológica que incide sobre a percepção das pessoas com os números (operações matemáticas, linguagens próprias ou tudo aquilo que esteja relacionado a quantidades).
Importante ressaltar que crianças com discalculia não conseguem identificar os sinais matemáticos, assim como sentem uma grande dificuldade em estabelecer o valor de moedas, manter determinadas sequências, lidar com princípios de medidas e compreender os conceitos matemáticos.
– Dislalia: muito presente em pessoas com Transtorno de Asperger, a dislalia se constitui como um distúrbio da fala, que é caracterizado pela dificuldade para a articulação das palavras. É importante ressaltar, no entanto, que alguns aspectos da dislalia encontram origem em malformações presentes na boca, como lábios leporinos. No entanto, como o foco são os transtornos neurológicos, foquemos então no autismo como a causa que deve ser analisada.
A dislalia se divide em quatro tipos:
  • Funcional: quando há a substituição de uma ou mais letras em uma palavra;
  • Evolutiva: até os quatro anos de idade, as crianças costumam falar errado, o que dá a essa dislalia um peso menor em relação às demais. Mas é importante ressaltar que a partir dos cinco anos é aconselhável induzi-la a falar de forma correta;
  • Orgânica: causada principalmente por alterações físicas ou cerebrais. Neste caso, a criança pode encontrar dificuldade de se comunicar por problemas de origem orgânica. Sendo assim, ela não consegue articular determinados fonemas;
  • Audiógena: presente em pessoas que apresentam algum tipo de deficiência auditiva. A má pronúncia das palavras se dá pela própria dificuldade de ouvir bem. 

Importância do tratamento


As intervenções propostas pelos profissionais tendem a trabalhar a dificuldade da criança, do jovem ou adulto com os conteúdos, além de oferecer uma melhor qualidade de vida. Por isso é extremamente importante que, na iminência de um diagnóstico, os pais procurem ajuda especializada.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Dia Internacional do Cão Guia


Em 25 de abril comemora-se o Dia Internacional do Cão-Guia, uma homenagem a esses cães extremamente inteligentes, que prestam um grande serviço a sociedade.

O cão-guia é um animal adestrado para conduzir pessoas com deficiência visual. Estes animais auxiliam seu dono na realização da locomoção diária e evitam que possíveis obstáculos possam causar acidente.

A companhia do Cão-Guia traz autonomia ao deficiente visual para sair de casa com segurança.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

ABA Autismo - UFSCAR


Como Será - Universidade de São Carlos lança novo curso de ...

g1.globo.com/como-sera/.../universidade-de-sao-carlos-lanca-novo-curso-de-especiali...

Quais são os sinais de atraso no desenvolvimento de uma criança?


Muitos pais apresentam este questionamento quando levam seus filhos para consulta médica. No entanto, é bom ressaltar que tal dúvida surge no dia a dia, onde os pais notam algumas características nas crianças.
Atitudes como engatinhar, andar, aumentar o repertório, entre outras ações merecem total atenção dos adultos que convivem com o pequeno. É normal que pais e responsáveis comecem a fazer comparação com outras crianças do convívio (sobrinhos, vizinhos e até outros filhos) para constatarem que há um relativo “atraso” no desenvolvimento da criança.
Contudo, é sempre relevante procurar ajuda de profissionais para que ele possa avaliar a situação e, assim, dar uma posição acerca do que foi apresentado.

Os sinais de atraso no desenvolvimento

Vale apontar alguns dos sinais que mostram que sinais podem ser identificados em casos de atrasos no desenvolvimento. Veja a seguir:
– Dificuldade com a habilidade de linguagem e a compreensão da fala da criança;
– Dificuldade para desempenhar ações básicas de cuidados, como lavar as mãos, vestir a própria roupa, etc. (Importante salientar que mesmo muito novas, as crianças podem e devem ser estimuladas a algumas ações de higiene pessoal);
– Dificuldade com a coordenação motora ampla, aquela que é responsável pelas ações dos principais músculos do corpo: andar, dançar, pular, sentar, etc.
– Dificuldade com a coordenação motora fina, que fica a cargo dos pequenos músculos e dão à criança a capacidade de manipular objetos, desenhar, recortar, escrever, entre outras ações;
– Dificuldade para habilidade de interação social: quando a criança se mostra arredia em todas as situações que saem do seu contexto familiar.

É preciso cautela para analisar os casos

Ao ler alguns dos sinais que podem ser apresentados pelas crianças como atraso no desenvolvimento, vocês devem ter notado que muitas delas mostram tais características. Portanto, é preciso ter muita cautela para considerar uma condição de ‘atraso’.
Para se ter um exemplo, é comum que crianças se sintam intimidadas em algum lugar que elas não conheçam e tenham dificuldade de se relacionar com os demais. Isto não tem nada a ver com atraso, mas uma timidez absolutamente normal. Há que se considerar, no entanto, quais as circunstâncias e a frequência que isso ocorre. Por isso o acompanhamento de um especialista é importante.

Há fatores que influenciam no possível atraso do desenvolvimento?

Sim. Alguns fatores podem ser identificados pelos médicos como a causa dessa situação.
Veja abaixo quais são elas:
– Complicação durante nascimento;
– Bebês prematuros;
– Condição genética;
– Síndromes que causam distúrbio de comportamento, dificuldades neuropsicomotoras e cognitivas;
– Dificuldades de audição;
– Entre outras.
Número é considerado normal
Segundo pesquisas realizadas acerca do tema, o índice de crianças que apresentam atrasos em algum desenvolvimento varia em uma média que vai de 10% a 15%, em pessoas abaixo dos 3 anos de idade. Há casos de pequenos que levam essas dificuldades até o início do ensino fundamental.
O tratamento é sempre importante
A ajuda de profissionais é imprescindível para oferecer à criança a possibilidade de melhorar o seu desenvolvimento e ter uma excelente qualidade de vida.

Sugestões de Jogos Matemáticos


Nosso contato com os números vem desde tenra infância. Quando crianças, temos que contar quantos dedos há em nossas mãos, quantos carrinhos ou bonecas podemos levar para a escola, quantos doces podemos experimentar, entre outras ações que envolvem o exercício de contar.
Nota-se, então, como a matemática está presente em nossas vidas. Embora muitas crianças (e adultos) tenham dificuldades para lidar com os números, a melhor maneira de familiarizar essa ciência é apresentando aos pequenos algumas atividades lúdicas que ajudarão nessa descoberta: os jogos matemáticos.
Mas vocês, educadores, sabem quais são as brincadeiras que servem para as crianças? É importante acompanhar a faixa etária do pequeno para que a atividade seja realmente eficaz para o seu aspecto cognitivo. Contudo, essa dica serve mais para aqueles pais que desejam estimular o saber matemático em casa, uma vez que os profissionais de educação sabem quais jogos podem ser dados em sala de aula.

Acabe com a dificuldade brincando!
Nada melhor que trabalhar a dificuldade da criança com os jogos matemáticos. As brincadeiras são um grande incentivo para ajudá-las nessa importante empreitada. É imprescindível que um adulto esteja por perto para orientá-las quanto à contagem correta da quantidade de objetos.

Sugestão de jogos matemáticos

Vamos ao que interessa. Tais atividades promovem a aproximação das crianças com essa ciência importante na vida de todos nós. Os jogos matemáticos são indispensáveis para a formação pedagógica dos pequenos. Veja as dicas a seguir:

– Descobrindo as formas

Eis uma excelente oportunidade de apresentar aos pequenos as figuras geométricas, que serão muito úteis durante o ensino médio. Então, nada melhor que deixá-los familiarizados com esses objetos desde muito novos. Além disso, as crianças aprendem o que é um quadrado, um círculo, um retângulo, etc.
Como fazer: espalhe as figuras e peça a um aluno que pegue um triângulo, por exemplo, mas é importante que você dê as características que possibilitarão a identificação pelo aluno. Para ajudar, muitos desses objetos vêm em cores diferentes.

– Contando as tampinhas coloridas

Um jogo absolutamente simples, mas que serve para mostrar aos alunos como o ato de contar objetos pode ser legal.
Como fazer: junte tampinhas coloridas e outras sem tinta, depois espalhe pela sala. Os alunos terão de recolher todas aquelas que estão pintadas. As crianças terão de contabilizar quantas tampinhas coloridas foram recolhidas ao todo. Sua participação também é muito importante para ajudá-los a contabilizar.

– Adição e subtração com bolinhas

Para crianças um pouco maiores, a sugestão de agora vai trabalhar com as principais operações matemáticas. O ato de saber lidar com a adição ou subtração é um grande passo na vida dos pequenos.
Como fazer: reserve bolinhas para elaborar esse jogo. Como se pode ver, é algo bem simples. Basta juntar uma quantidade considerável e trabalhar a habilidade dos pequenos adivinharem quantas bolinhas continuam na atividade ao serem colocadas ou retiradas.
Os jogos matemáticos são muito úteis para aprendizagem das crianças, mas é imprescindível que pais e educadores saibam respeitar o tempo do pequeno. Cada um tem uma facilidade ou uma percepção única. Portanto, com paciência e leveza os alunos podem aprender com eficácia.

#65 Apraxia ou Dispraxia de fala - Live Neuro Saber

Autismo - Vamos nos informar a respeito desta Síndrome!


GRAUS DE AUTISMO: POR QUE É IMPORTANTE SABER?


Quando falamos sobre graus de autismo, referimos ao espectro autista. Há crianças em que o espectro é mais severo; para outras, no entanto, ele é mais brando. Não existe mais a ideia do autismo clássico. Este tipo de definição não é usado pelos profissionais.
Atualmente, há o transtorno do espectro autista (TEA), onde a criança é classificada dentro dos critérios mínimos do autismo, entre os mais leves, moderados e os mais severos. Os graus estão muito bem explicados no manual de transtornos mentais da infância e da adolescência DSM-5.
50% das crianças com autismo apresentam também deficiência intelectual. De 40% a 45% apresentam um nível intelectual normal. 5% a 10% demonstram altas habilidades. Além de saber qual o grau, é importante notar se a criança apresenta, associada ao autismo, alguma deficiência. Em torno de 80% deles, os casos variam entre moderado e severo.
Cuidado com determinados conteúdos disponíveis na web
Tenha cautela com as publicações de Facebook que apontam o autismo para dois eixos: que o autismo é curável e que é até evitável. Isto não existe. O que podemos afirmar é que o tratamento serve para promover uma intervenção que proporcione melhor qualidade de vida, de forma gradativa.
Interessante ressaltar que pais de autistas sofrem. Eles trazem consigo a esperança que seus filhos serão curados. Infelizmente, muitos indivíduos aproveitam essa situação para prometer tratamentos que não são reconhecidos pela ciência. É preciso ter muito cuidado com isso.
O diagnóstico precoce, bom nível intelectual e de linguagem são os pontos que proporcionam à criança um quadro mais leve. A intervenção deve ser feita dentro das evidências científicas. Não é qualquer tratamento que vai solucionar o caso. Tudo depende da necessidade e do grau da criança. Há muitos métodos que a neurociência não reconhece como eficazes.
Para que serve o grau do autismo?
O grau de autismo serve para nos dar um norte de quais são as prioridades que devemos ter com essa criança. É com base na intensidade dos casos que as intervenções são aplicadas. Importante saber o nível de linguagem, a quantidade de estereotipia, entre outros. Há casos de autistas que nunca vão falar, mas isso se deve ao fato de muitos pais levarem seus filhos aos 6 ou 7 anos, considerado tarde para o diagnóstico.
O resultado das intervenções requer tempo
É muito importante saber que nenhuma criança com autismo melhora de uma hora para outra. Não existe a transição do severo para moderado e do moderado para leve de forma rápida. A intervenção proporciona uma melhora gradativa.
Genética influencia
Sabe-se que o autismo tem uma enorme carga genética, que chega a 90% do desenvolvimento do espectro. Outra informação importante é que os pais precisam aceitar o diagnóstico para levar o filho aos cuidados de profissionais.
O autismo não pode ser diagnosticado na gestação, mas observando a criança em suas relações interpessoais e no desenvolvimento de suas habilidades. Um sinal é perceber se a criança age de maneira repetitiva, por exemplo.
A importância do especialista
O ideal é que cada profissional seja especialista para saber conduzir o autista em suas demandas. Somente dessa maneira, seu filho pode ser submetido a uma intervenção eficaz e que proporciona a ele uma melhor qualidade de vida.